⚖️Uma decisão recente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) trouxe um alento importante para famílias de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA): limitar o número de sessões de terapias prescritas por médicos pode ser considerado abusivo.

Isso acontece porque o tratamento do autismo geralmente envolve uma abordagem multidisciplinar, que pode incluir psicologia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, fisioterapia, psicopedagogia, nutrição e acompanhamento psiquiátrico infantil.

🧠Cada criança com autismo tem necessidades diferentes. Por isso, não existe um número fixo de sessões que funcione para todos os pacientes.

A decisão reforça algo essencial na medicina: o tratamento deve seguir a indicação clínica individualizada, e não limites administrativos impostos por planos de saúde.

Para as famílias, o recado é claro:

✔ Procure avaliação com profissionais especializados em psiquiatria infantil que tenham RQE.
✔ O plano terapêutico deve ser individualizado.
✔ O acompanhamento costuma envolver mais de uma especialidade.
✔ O progresso da criança depende de intervenção precoce e continuidade do tratamento.

Quanto mais cedo ocorre a intervenção e quanto maior a continuidade do tratamento, maiores são as chances de avanços em comunicação, autonomia e qualidade de vida.

 

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